Prefácio
Este trabalho foi traduzido com recurso a IA. Agradecemos o teu feedback e comentários: translation-feedback@oreilly.com
Há dez anos, um CIO de um banco global zombou quando sugeri que procurassem tecnologias de Cloud privada e ferramentas de automatização de infra-estruturas: "Esse tipo de coisas pode ser bom para startups, mas nós somos demasiado grandes e os nossos requisitos são demasiado complexos." Mesmo há alguns anos, muitas empresas consideravam que a utilização de Clouds públicas estava fora de questão.
Atualmente, a tecnologia Cloud está omnipresente. Até mesmo as maiores e mais limitadas organizações estão a adotar rapidamente uma estratégia "Cloud-first". As organizações que se vêem incapazes de considerar as Clouds públicas estão a adotar plataformas de infraestrutura provisionadas dinamicamente nos seus centros de dados.1 As capacidades que estas plataformas oferecem estão a evoluir e a melhorar tão rapidamente que é difícil ignorá-las sem correr o risco de obsolescência.
As tecnologias Cloud e de automação eliminam as barreiras à realização de alterações nos sistemas de produção, o que cria novos desafios. Embora a maioria das organizações queira acelerar o seu ritmo de mudança, não se pode dar ao luxo de ignorar os riscos e a necessidade de governação. Os processos e técnicas tradicionais para alterar a infraestrutura com segurança não foram concebidos para lidar com um ritmo de mudança rápido. Estas formas de trabalhar tendem a estrangular os benefícios ...
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