Apêndice E. Validação
Sempre que estamos a ensinar e a falar sobre estas técnicas, uma questão que surge repetidamente é "Onde devo fazer a validação? Será que isso pertence à minha lógica empresarial no modelo de domínio ou é uma questão de infraestrutura?".
Como em qualquer questão de arquitetura, a resposta é: depende!
A consideração mais importante é que queremos manter o nosso código bem separado para que cada parte do sistema seja simples. Não queremos sobrecarregar o nosso código com detalhes irrelevantes.
O que é a validação, afinal?
Quando as pessoas utilizam a palavra validação, referem-se normalmente a um processo através do qual testam as entradas de uma operação para se certificarem de que correspondem a determinados critérios. As entradas que correspondem aos critérios são consideradas válidas, e as entradas que não correspondem são inválidas.
Se o input for inválido, a operação não pode continuar e deve terminar com algum tipo de erro. Por outras palavras, a validação consiste em criar condições prévias. Consideramos útil separar as nossas pré-condições em três subtipos: sintaxe, semântica e pragmática.
Validação da sintaxe
Em linguística, a sintaxe de uma língua é o conjunto de regras que regem a estrutura das frases gramaticais. Por exemplo, em inglês, a frase "Allocate three units of TASTELESS-LAMP to order twenty-seven" é gramaticalmente correta, enquanto a frase "hat hat hat hat hat hat wibble" não é. Podemos descrever as frases gramaticalmente corretas ...
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