Capítulo 6. Automação de microfrontendes
Este trabalho foi traduzido com recurso a IA. Agradecemos o teu feedback e comentários: translation-feedback@oreilly.com
Neste capítulo, discutimos outro tópico fundamental para sistemas distribuídos como microfrontends: a importância de uma sólida estratégia de automação. A arquitetura de microsserviços acrescenta grande flexibilidade e escalabilidade à nossa arquitetura, permitindo que nossas APIs sejam dimensionadas horizontalmente com base no tráfego que nossa infraestrutura recebe. Isso nos permite implementar o padrão certo para o trabalho certo, em vez de aplicar uma solução comum a todas as nossas APIs, como em uma arquitetura monólita. Apesar desses excelentes recursos, os microsserviços aumentam a complexidade do gerenciamento da infraestrutura, exigindo um número imenso de ações repetitivas para criá-los e implantá-los. Qualquer empresa que adote a arquitetura de microsserviços, portanto, deve investir uma quantidade considerável de tempo e esforço em seus pipelines de integração contínua (CI) ou implantação contínua (CD) - que nós exploraremos mais adiante neste capítulo. Considerando a rapidez com que uma empresa pode mudar de direção hoje em dia, melhorar um pipeline de CI/CD não é apenas uma preocupação no início de um projeto; é uma melhoria incremental constante durante todo o ciclo de vida do projeto. Uma das principais características de uma estratégia de automação sólida é que ela cria confiança na replicabilidade dos ...
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