Capítulo 13. Introduzindo microfrontends em sua organização
Este trabalho foi traduzido com recurso a IA. Agradecemos o teu feedback e comentários: translation-feedback@oreilly.com
Você chegou ao penúltimo capítulo deste livro e aprendeu muito. Exploramos como criar microfrontends, as melhores abordagens de arquitetura para o seu projeto e todas as práticas recomendadas a serem seguidas para que o projeto seja bem-sucedido. É hora de você iniciar seu projeto e escrever algumas linhas de código, certo?
Não é bem assim. Ainda há alguns tópicos importantes relacionados ao aspecto humano que devemos levar em consideração quando introduzimos essa arquitetura, assim como fazemos sempre que revisitamos nossa arquitetura ou introduzimos uma nova. Ao fazer mudanças significativas na arquitetura, precisamos pensar em como organizar os fluxos de comunicação, como evitar grupos isolados e como capacitar os desenvolvedores a tomar as decisões certas dentro de um domínio de negócios. Essas são apenas algumas das muitas considerações importantes relacionadas ao lado humano do projeto que precisamos levar em conta no início e durante todo o ciclo de vida.
Os microfrontends podem ajudar você a atenuar algumas dessas considerações, mas podem tornar outras mais complexas se não forem abordadas adequadamente. Portanto, é fundamental que você invista o tempo necessário para analisar sua estrutura organizacional atual e ver como ela se encaixaria em sua nova arquitetura.
Por que devemos usar microfrontends? ...
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