Prefácio
Este trabalho foi traduzido com recurso a IA. Agradecemos o teu feedback e comentários: translation-feedback@oreilly.com
Numa conferência da Gartner na solarenga San Diego, por volta de 2012, encontrei pela primeira vez o termo "Arquitetura IoT". À primeira vista, parecia uma ideia simples: o nexo de dispositivos ligados à Internet. Quando a onda móvel estava a chegar ao topo e a computação Cloud estava a ganhar força, o desafio de gerir eficazmente as cargas de trabalho da IoT surgiu como um tópico ressonante entre tecnólogos e fabricantes de dispositivos em todo o lado. À medida que me fui aprofundando, este domínio aparentemente simples revelou inúmeras nuances. Acontece que a Internet das Coisas (IoT) não é apenas uma rede de dispositivos que ganham vida com o toque de um botão. É uma rede sofisticada de dispositivos interligados, que recolhem, transmitem e recebem autonomamente grandes quantidades de dados. Quando me aventurei mais neste domínio, surgiram questões ainda mais prementes: Como é que se actualiza sem problemas todos esses dispositivos? Que medidas garantem a sua resistência à manipulação? E, talvez o mais assustador, como é que se pode processar e analisar eficazmente o dilúvio de dados que produzem?
Em resposta a estas questões, a Microsoft revelou um vasto ecossistema IoT no Azure, abrangendo uma gama de serviços Cloud geridos pela Microsoft, componentes de ponta e SDKs. Cada componente desempenha um papel fundamental no ciclo de vida de uma solução ...
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